sábado, 25 de dezembro de 2010

Feliz Natal!


A equipa da biblioteca deseja a todos um Feliz Natal e um Bom Ano 2011.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Por que ler?

História do Natal Digital



Os tempos mudam, mas o "sentimento natalício" mantém-se.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Leitor do trimestre - Pontuação Final - 1º Período



2º Ciclo

1º Lugar - 5º C - Timóteo Costa - 515 pontos
2º Lugar - 6º C - Luís Monteiro - 325 pontos
3º Lugar - 5º C - Felipe Carneiro - 310 pontos

3º Ciclo

1º Lugar
- 9º A - Custódia Sambo - 665 pontos
2º Lugar - 9º A - Miguel Ângelo Sousa - 655 pontos
3º Lugar - 9º A - Helena Filipa Fonseca - 540 pontos

Santa's Flight

CLICA na Imagem e aprecia um fantástico "Postal de Natal"!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Projecto Comenius - "Diálogo Intercultural: da Diversidade à Unidade"





No âmbito do Projecto Comenius, projecto multilateral financiado pela Comissão Europeia e inserido no Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida , as professoras Dulce Franco, Teresa Cardoso, Filipa Afonso e Maria João Lynce participaram no Encontro organizado pela Escola Coordenadora Colegiul National "Nicolae Titulescu", em Pucioasa, Roménia, entre 21 e 26 de Novembro de 2010.
O projecto é subordinado ao tema "Diálogo Intercultural: da Diversidade à Unidade", e tem como objectivos principais:

Envolver os alunos em actividades que levem à descoberta e promoção da identidade nacional, das tradições e costumes, no contexto europeu, e dos valores europeus comuns presentes nas diferentes culturas nacionais;

Educar para a aceitação das diferenças culturais entre os povos;

Nele participam sete países parceiros: Finlândia, Alemanha, Grécia, Lituânia, Turquia, Portugal e Roménia.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Feira do Livro


Visita a nossa feira do livro.

E vem descobrir novos livros.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Dia da Restauração e Independência de Portugal


Como deves saber, o dia 1 de Dezembro é feriado em Portugal. Nesse dia comemora-se o Dia da Restauração da Independência.

Queres saber porquê?

Tudo começou em finais do séc. XVI: o rei de Portugal era D. Sebastião.
Em 1578, D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer-Quibir, no norte de África. Portugal ficou, assim, sem rei, pois D. Sebastião era muito novo e ainda não tinha filhos, não havia herdeiros directos para a coroa portuguesa.

Assim, quem subiu ao trono foi o Cardeal D. Henrique, que era tio-avô de D. Sebastião. Mas só reinou durante dois anos porque nem todos estavam de acordo com ele como novo rei.

Mas atenção: estas coisas nunca são simples, houve muitos pretendentes e isto deu muita confusão...
Em 1580, nas Cortes de Tomar, Filipe II, rei de Espanha, foi escolhido como o novo rei de Portugal. A razão para a escolha foi simples: Filipe II era filho da infanta D. Isabel e também neto do rei português D. Manuel, por isso tinha direito ao trono.
Nesta altura, era frequente acontecerem casamentos entre pessoas das cortes de Portugal e Espanha, o que fazia com que houvesse espanhóis que pertenciam à família real portuguesa e portugueses que pertenciam à família real espanhola.

Durante 60 anos, viveu-se em Portugal um período que ficou conhecido na História como "Domínio Filipino". Depois do reinado de Filipe II (I de Portugal), veio a governação de Filipe III (II de Portugal) e Filipe IV (III de Portugal). Estes reis governavam Portugal e Espanha ao mesmo tempo, como um só país.
Os portugueses acabaram por revoltar-se contra esta situação e, no dia 1 de Dezembro de 1640, puseram fim ao reinado do rei espanhol num golpe palaciano (um golpe só para derrubar o rei e o seu governo).
Sabias que havia também defensores do rei espanhol em Portugal?

Mas o povo não gostava disso porque o País não era governado com justiça e havia muitos problemas e ataques às províncias ultramarinas e, especialmente, ao Brasil.
Na altura, a Duquesa de Mântua era vice-rainha e Miguel de Vasconcelos era escrivão da Fazenda do Reino. Tinha imenso poder. No dia 1 de Dezembro de 1640, os Restauradores mataram-no a tiro e foi defenestrado (atirado da janela abaixo) no Paço da Ribeira.
Filipe III abandonou o trono de Portugal e os portugueses escolheram D. João IV, duque de Bragança, como novo rei.

O dia 1 de Dezembro passou a ser comemorado todos os anos como o Dia da Restauração da Independência de Portugal, já que o trono voltou para um rei português.

(site "JUNIOR")

Dia 1 de Dezembro - Dia Mundial da Sida



A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, conhecida SIDA, é o conjunto de sintomas e infecções resultantes do estrago específico do sistema imunológico gerado pelo Vírus.
No mundo já serão 37 milhões de adultos afectados pela SIDA. Existem tratamentos para a SIDA/AIDS e o HIV que diminuem a progressão do vírus, mas não há nenhuma cura conhecida. Portugal, é o segundo país europeu com a maior taxa de infectados, cerca de 27.000 infectados pelo VIH/SIDA, tendo a mesma provocado a morte já a 6.000 portugueses.
Pensa nos números apresentados, faz uma lista do que há de mais importante na tua vida. Pensa nas pessoas que amas e nos objectivos que pretendes alcançar.
Pensa no teu esforço, na tua luta, nas tuas vitórias, nas tuas aspirações, e em tudo o que faz de ti uma pessoa especial.
Previne-te!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

Agrupamento de Escolas da Pontinha
Escola Básica 2, 3 da Pontinha

BIBLIOTECA ESCOLAR

REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

CAPÍTULO I

A BIBLIOTECA ESCOLAR

Artigo 1º

Definição
1. A Biblioteca Escolar (BE) é uma estrutura orientada para o sucesso educativo, formação pessoal, informação cultural e educativa com vista à formação dos membros da comunidade educativa ao nível das literacias da informação e da comunicação e à aprendizagem ao longo da vida.
2. A sua acção estabelece-se enquanto pólo de dinamização informacional da comunidade educativa através da selecção, organização e disponibilização de recursos documentais em diferentes suportes para apoio a actividades curriculares, não curriculares e de lazer.
3. É constituída por um conjunto de recursos adequados ao tratamento, disponibilização e utilização dos documentos e materiais necessários à realização dos seus objectivos. Os recursos a gerir e a disponibilizar são os físicos (instalações e equipamentos), humanos (docentes e não docentes) e documentais (documentos em diferentes suportes).
4. Funciona em livre acesso e destina-se à utilização, consulta e produção de documentos em diferentes suportes.
5. Os espaços destinados às bibliotecas nas diferentes escolas que integram o Agrupamento de Escolas da Pontinha, embora possuam características próprias e localizações diferentes, constituem uma unidade orgânica e funcional com uma gestão e organização comuns, de acordo com os princípios e orientações que constituem a base conceptual do Programa Rede de Bibliotecas Escolares.

Artigo 2º
Missão
1. A Biblioteca Escolar tem como missão disponibilizar serviços e recursos que permitam a todos os membros da comunidade escolar tornarem-se pensadores críticos e utilizadores efectivos da informação em diferentes suportes e meios de comunicação.

Artigo 3º

Objectivos
1. A Biblioteca Escolar, como estrutura de orientação educativa, direccionada para o apoio ao currículo, à informação e à cultura, é um importante recurso para o desenvolvimento do Projecto Educativo, competindo-lhe:
a) Apoiar e promover os objectivos educativos definidos de acordo com as finalidades e currículo das escolas do agrupamento.
b) Proporcionar oportunidades de utilização e produção de informação que possibilitem a aquisição de conhecimentos, o desenvolvimento da imaginação e o lazer.
c) Apoiar a comunidade educativa na aprendizagem e na prática de competências de literacia da informação, visando a selecção, utilização e produção da informação em diferentes suportes.
d) Dotar as escolas do agrupamento de um fundo documental adequado às necessidades da comunidade educativa.
e) Desenvolver nos alunos competências relativas à literacia da informação, de modo a integrá-las nas práticas escolares.
f) Possibilitar a plena utilização dos recursos pedagógicos existentes.
g) Desenvolver e aprofundar, nos membros da comunidade educativa, uma cultura cívica, científica, tecnológica e artística enquanto formas de estar e ser consciente e livre no mundo.
h) Associar a leitura, os livros e a frequência de bibliotecas aos tempos livres e à ocupação lúdica.

Artigo 4º

Organização
1. A organização das Bibliotecas Escolares estrutura-se com base em referenciais elaborados a partir de orientações emanadas por entidades de referência de cariz internacional, nacional e concelhio, nomeadamente as linhas de orientação para Bibliotecas Escolares emanadas do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares, os princípios expressos no Manifesto das Bibliotecas Escolares, da UNESCO, e as directrizes da IFLA/UNESCO para as Bibliotecas Escolares.
2. As Bibliotecas Escolares do agrupamento devem possuir uma gestão e organização comum visando uma harmonização a nível concelhio e nacional.
3. A gestão da BE é estabelecida através de um conjunto de documentos elaborados pelos professores bibliotecários:
a) “Plano de Acção da BE” constitui o documento orientador da acção da BE, em que a partir da análise das condições da biblioteca, das necessidades e objectivos da escola/agrupamento, se definem metas a alcançar pelas bibliotecas e as iniciativas e estratégias destinadas a concretizar nas áreas de intervenção da BE.

b) “Manual de Procedimentos da BE” estabelece o funcionamento interno da biblioteca, constituindo as normas para operações/procedimentos a realizar em todas as áreas da BE.
c) “Plano de Actividades da BE” é parte integrante do Plano de Actividades, anual ou plurianual, do Agrupamento e apresenta as actividades da BE durante um ou mais anos lectivos.
d) “Regimento da BE” estabelece o funcionamento interno da BE relativamente a organização do espaço, regras de prestação de serviços, normas de utilização dos espaços e recursos bem como os direitos e os deveres dos utilizadores.
e) “Política de Desenvolvimento da Colecção” apresenta a política documental da BE e destina-se a estabelecer prioridades e orientar a selecção, aquisição, organização, preservação e abate dos documentos da BE.

CAPITULO II

RECURSOS HUMANOS

Artigo 5º

Constituição da equipa da BE
1. A equipa da BE é constituída por três professores bibliotecários, um ou dois assistentes operacionais e três professores do quadro de nomeação definitiva da escola/agrupamento com formação na área das Bibliotecas Escolares e/ou com experiência no trabalho de bibliotecas.
2. Os professores bibliotecários e os docentes que integram a equipa da BE são designados de acordo com a legislação em vigor (Portaria 756/2009 de 14 de Julho).
3. A assistente operacional que integra a equipa da BE está afecta, a tempo inteiro, ao espaço da Biblioteca Escolar.

Artigo 6º

Funções da equipa da BE
1. Os docentes que integram a equipa da BE devem possuir competências que lhes permitam assumir as seguintes funções:
a) Difusão da informação.
b) Tratamento do fundo documental da biblioteca.
c) Planificação, concretização e participação nas actividades de dinamização da BE.
d) Participação na realização de acções que promovam as literacias da leitura e da informação/ comunicação.
e) Colaboração na implementação de processos de avaliação dos serviços.
f) Apoio aos alunos nas actividades de consulta de materiais e pesquisa de informação.

Artigo 7º

Professores Bibliotecários

1. Os professores bibliotecários são designados pelo Director do agrupamento, de acordo com a legislação em vigor (Portaria 756/2009 de 14 de Julho).
2. O período de vigência do exercício de funções dos professores bibliotecários seleccionados internamente é de quatro anos, podendo ser renovado por igual período.
3. O coordenador dos professores bibliotecários é designado pelo Director do agrupamento.
4. O coordenador dos professores bibliotecários representa a BE no Conselho Pedagógico.

Artigo 8º

Funções dos professores bibliotecários
1. Aos professores bibliotecários cabe, com apoio da equipa da biblioteca escolar e em estreita articulação com o órgão de gestão executiva, a gestão das bibliotecas escolares do agrupamento, competindo-lhes:
a) Assegurar serviço de biblioteca para todos os alunos do agrupamento;
b) Promover a articulação das actividades da biblioteca com os objectivos do Projecto Educativo;
c) Assegurar a gestão dos recursos humanos afectos à biblioteca;
d) Garantir a organização do espaço e assegurar a gestão funcional e pedagógica dos recursos materiais afectos à biblioteca;
e) Assegurar o tratamento documental dos documentos;
f) Promover a divulgação do fundo documental;
g) Apoiar as actividades curriculares e favorecer o desenvolvimento dos hábitos e competências de leitura, da literacia da informação e das competências digitais;
h) Apoiar actividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular incluídas no Plano de Actividades ou no Projecto Educativo do Agrupamento;
i) Coordenar a elaboração do Plano de Acção da BE, submetê-lo à aprovação do Conselho Pedagógico e promover a sua execução;
j) Estabelecer redes de trabalho cooperativo, desenvolvendo projectos de parceria;
k) Apresentar relatórios de actividades periódicos e um relatório de actividades no final de cada ano lectivo.
l) Desenvolver mecanismos de monitorização e avaliação do funcionamento da BE.
m) Representar a BE no Conselho Pedagógico.

Artigo 9º

Assistentes Operacionais da equipa da BE
1. A BE contará, a tempo inteiro, com a presença de um ou dois assistentes operacionais seleccionados de entre os que frequentaram acções de formação contínua na área das Bibliotecas Escolares, possuam comprovada experiência de trabalho em bibliotecas e revelem:
a) Bom relacionamento interpessoal;
b) Competência de organização;
c) Competência de resolução de problemas;
d) Competência de trabalho em equipa;
e) Competência para acompanhamento/orientação de alunos.

Artigo 10º

Funções dos Assistentes Operacionais
1. São funções dos Assistentes Operacionais:
a) Fazer o atendimento;
b) Desempenhar as funções inerentes ao funcionamento dos vários espaços da BE;
c) Controlar a leitura presencial, o empréstimo domiciliário e o empréstimo para a sala de aula;
d) Arrumar, diariamente, nas respectivas estantes os documentos devolvidos;
e) Colaborar no desenvolvimento das actividades da BE;
f) Zelar pelo cumprimento das normas de utilização dos recursos existentes, conforme expressas no Regimento da BE.
g) Efectuar a limpeza diária das instalações.

Artigo 11º

Professores colaboradores da BE
1. A BE integra ainda outros professores indicados pelos professores bibliotecários ao Director do agrupamento, tendo em conta o perfil adequado às actividades a desenvolver nas Bibliotecas Escolares.

CAPITULO III

FUNCIONAMENTO

Artigo 12º
Articulação entre as bibliotecas do agrupamento
1. As Bibliotecas Escolares do Agrupamento devem articular entre si actividades e dinâmicas, nomeadamente:
a) Elaboração conjunta do Plano Anual de Actividades;
b) Selecção do fundo documental;
c) Empréstimos;
d) Circulação de livros aconselhado pelo PNL para leitura/trabalho na sala de aula;
e) Dinamização de actividades de promoção do livro e da leitura;
f) Envolvimento dos coordenadores de estabelecimento e dos professores titulares de turma na elaboração de um planeamento que conduza a uma plena utilização das potencialidades das bibliotecas.

Artigo 13º

Regimento

1. Cada biblioteca do agrupamento deve possuir o seu próprio regimento, que estabelece o seu funcionamento interno relativamente a organização de espaço,

regras de prestação dos serviços, normas de utilização dos diferentes espaços que integram a biblioteca e dos recursos que esta possui bem como os direitos e deveres dos utilizadores.

Artigo 14º
Plano Anual de Actividades

1. O Plano de Actividades da BE é parte integrante do Plano Anual de Actividades do Agrupamento e apresenta as actividades das bibliotecas durante o ano lectivo, tendo como base de sustentação o Projecto Educativo do Agrupamento.
2. À BE deverá ser atribuída uma verba específica em orçamento da escola/agrupamento para execução do seu plano de actividades.

CAPITULO IV

RECURSOS DOCUMENTAIS

Artigo 15º
Política documental
1. O fundo documental da BE deve ser constituído por um conjunto de recursos informativos e de lazer, em diferentes suportes, que respondam às necessidades intelectuais e formativas dos seus utilizadores.
2. A selecção do fundo documental deve ser feita de forma colaborativa com os departamentos curriculares, os professores dos vários níveis de ensino, a Direcção Executiva, os alunos e a restante comunidade educativa.
3. A definição da política documental deve ser estabelecida de acordo com:
a) o Currículo Nacional;
b) o Projecto Educativo do Agrupamento;
c) o Projecto Curricular do Agrupamento;
d) o equilíbrio entre os níveis de ensino existentes no agrupamento;
e) as necessidades educativas especiais;
f) as origens multiculturais dos alunos;
g) as áreas extra-curriculares e lúdicas;
h) o equilíbrio entre todos os suportes, que deverá aproximar-se do proporção de 3:1 relativamente ao material livro e não livro;
i) o equilíbrio entre todas as áreas do saber, respeitando as áreas disciplinares/temáticas e de referência e o número de alunos que as frequentam.
4. Os professores bibliotecários, com o apoio da equipa da BE, são os principais responsáveis pela execução da política documental definida.
5. A política documental estará expressa num documento próprio, Política de Desenvolvimento da Colecção, que será alterado sempre que se considere necessário.
6. As regras adoptadas no tratamento documental constam no documento Manual de Procedimentos, documento interno, que poderá igualmente ser alvo de alterações sempre que se considere necessário.
7. A actualização do fundo documental depende do investimento feito pela escola, através de uma verba reservada especificamente para este fim, sem prejuízo dos apoios financeiros recebidos pela RBE, no âmbito de candidaturas específicas.

CAPITULO V

PARCERIAS

Artigo 16º
Colaboração com o exterior
1. A BE colabora com bibliotecas escolares de outras escolas e agrupamentos.
2. É fundamental a parceria estabelecida com a Biblioteca Municipal D. Dinis, nomeadamente com o Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE).
3. São também parcerias fundamentais da BE as que estabelece com a Rede de Bibliotecas Escolares, nomeadamente, através da participação em grupos de trabalho concelhios, e com o Plano Nacional de Leitura.
4. A BE está aberta ao desenvolvimento de um trabalho colaborativo com outras entidades que será posto em prática sempre que se entender conveniente.

CAPÍTULO IV

DISPOSIÇÕES FINAIS

1. Este regulamento entra em vigor depois da sua aprovação pelo Conselho Pedagógico.
2. As informações essenciais serão afixadas em locais visíveis da BE e estarão disponíveis para consulta integral num dossier com documentação sobre a Biblioteca da Escola.
3. Nenhum utilizador poderá alegar desconhecimento quando se verifiquem infracções deste regulamento.
4. Outras situações não contempladas no regulamento serão resolvidas pelos professores bibliotecários.
5. Serão introduzidas alterações, neste regulamento, sempre que a coordenação da BE considere necessário.

A Coordenação da BE
Novembro de 2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dia 20 de Novembro - Dia Internacional dos Direitos da Criança


Imagem Google


No dia 20 de Novembro de 1959, por aprovação unânime, a Assembleia-geral das Nações Unidas proclamou a Declaração dos Direitos da Criança.
Esta Declaração é uma adaptação especial de algumas partes da Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas só para as crianças.
A luta para que esses direitos sejam respeitados é difícil e não acaba nunca. Por isso, quando a Declaração dos Direitos da Criança completou 30 anos, em 20 de Novembro de 1989, a ONU também aprovou a Convenção sobre os Direitos da Criança, documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respectivas disposições para que sejam aplicados.


A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais, que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças:

A não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial – todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.
O interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as acções e decisões que lhe digam respeito.
A sobrevivência e desenvolvimento sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.
A opinião da criança, que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.

A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:

Os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados)
Os direitos relativos ao desenvolvimento (ex. o direito à educação)
Os direitos relativos à protecção (ex. o direito de ser protegida contra a exploração)
Os direitos de participação (ex. o direito de exprimir a sua própria opinião)